Este apelo realça as seguintes preocupações:
- Profunda apreensão face à situação criada no Leste da Europa, em particular na fronteira russo-ucraniana;
- A PAZ é um bem inestimável e a sua sustentabilidade corresponde a um avanço civilizacional que não sacrificamos e que elege a via negocial como única via de resolução de conflitos;
- As principais vítimas dos conflitos armados são civis, sobretudo mulheres e crianças que não foram ouvidas ou sequer a sua integridade e segurança tomadas em consideração. Também a biodiversidade e o ambiente ficam sujeitos a danos irreparáveis que não conhecem fronteiras e nos afetam a todas e a todos;
- A guerra é uma opção anacrónica, contrária à ética, cruel e indigna de povos que afirmam querer promover a paz, a solidariedade e a democracia;
- Ninguém tem legitimidade ou autoridade moral para nos impor a nós, cidadãs e cidadãos, o desmesurado sofrimento de uma guerra;
- Declaramos o nosso apoio à resolução pacífica, por via negocial, deste conflito e advertimos os nossos Governos, e também a União Europeia e a NATO, de que não apoiaremos uma iniciativa belicista.
- Apelamos às cidadãs e aos cidadãos da Rússia e da Ucrânia a se juntarem a nós na condenação e na oposição a qualquer forma de beligerância.
Com base nestes pressupostos, colocamos à consideração das nossas associadas a possibilidade de aderirem a este apelo aqui.
Se o entendimento for a adesão, propomos que encaminhem este apelo para todas as respetivas associadas para que, se considerarem relevante, possam também aderir.
Aproveitamos para nos dirigirmos a todas as portuguesas e portugueses para que entrem nesta rede de apelo à Paz.
Outras iniciativas poderão surgir em breve.
PELO DIÁLOGO!
PELA PAZ!