Direito, estado e sociedade: uma análise da legislação de combate ao racismo em Portugal

Direito, estado e sociedade: uma análise da legislação de combate ao racismo em Portugal

Autores/as

Sílvia Rodríguez Maeso (coord.), Ana Rita Alves, Sara Fernandes, Inês Oliveira

Sinopse

“20 anos após a promulgação da lei que proíbe e sanciona a discriminação racial (Lei 134/99 de 28 de agosto) em Portugal, e 15 anos volvidos da transposição da Diretiva Europeia de Igualdade Racial 2000/43/CE para a ordem jurídica nacional (Lei 18/2004 de 11 de maio), considera-se urgente a abertura de um debate público sobre a implementação e efetivação desta legislação. Como tal, o projeto COMBAT teve como um dos seus principais objetivos colmatar um vazio que persiste ao analisar o racismo em Portugal: o papel da legislação no combate à discriminação racial.

Editora

COMBAT – O combate ao racismo em Portugal: uma análise de políticas públicas e legislação antidiscriminação

Sobre

A investigação desenvolvida pelo projeto procurou ir além de perguntas sobre a “efetividade” da lei. Os estudos socio-legais e os relatórios no contexto europeu têm apontado para o fraco desenvolvimento da jurisprudência na implementação das leis de combate à discriminação racial nos vários países da União Europeia (UE), e para as dificuldades no acesso à proteção penal em casos de racismo. Os dados resultantes da análise e a nossa abordagem colocam no centro do debate a relação entre Estado, direito e sociedade questionando, assim, os limites e possibilidades das noções de “igualdade de tratamento”, de “discriminação” e de “ódio racial” que têm sido mobilizadas na implementação da legislação e as suas consequências para uma compreensão (ou silenciamento) do contexto histórico e da dimensão institucionalizada do racismo em Portugal.”

(in Apresentação)

2020

N.º de páginas

166

Suporte/Formato

Publicação

Um recurso da entidade

CES - CES - Centro de Estudos Sociais Universidade de Coimbra
Coimbra

Classificado em

Migrações, Diversidade Cultural e InterculturalidadeDireitos Humanos