Economia para cambiarlo todo - feminismos, trabajo y vida digna
Autores/as
Alejandra Santillana Ortiz, Karla Vizuete, Paula Serrano e Nora Fernández Mora (coordenação).Sinopse
O pensamento económico dominante e as suas práticas caracterizam-se pela ortodoxias, rigidez, distância e calculismo. No Equador, tal pensamento e praxis tiveram consequencias económicas, políticas e sociais devastadoras.
Editora
Pontificia Universidad Católica del EcuadorSobre
Perante tal dogmatismo, a Economia Feminista avança com propostas e alternativas radicais de sustentabilidade da vida, criando apostas prioritárias e necessárias à defesa dos direitos. Dito de outra maneira, a Economia Feminista procura gerar propostas económicas que incluam todas as pessoas; enfatiza a proteção social e o cuidar das pessoas e da natureza. O seu objetivo é claro: dar visibilidade aos modelos tradicionais intencionalmente ocultados, ou seja, a todo o trabalho reprodutivo e de cuidados realizado, principalmente, pelas mulheres e corpos feminizados. No Equador, se tal trabalho fouce monetarizado, abarcaria uns consideráveis 19 % do Produto Interno Bruto (PIB), superando em quase três vezes os lucros das petroliferas.