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Em 1994, na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento das Nações Unidas, 179 nações uniram-se na afirmação do direito universal a uma vida saudável, produtiva e sem discriminação. No ano 2000, a ONU estabeleceu os 8 Objetivos do Milénio: 8 metas de desenvolvimento concretas a atingir por todos os países até 2015.
Todos os dias consumimos produtos provenientes de todos os cantos do planeta. Mas será que sabemos como foram produzidos e comercializados? O "Comércio Justo" é uma resposta ética aos desafios da globalização
Para que estas experiências, tão necessárias e enriquecedoras, não se confinem ao conjunto das escolas envolvidas no projecto, mas antes possam ser alargadas e multiplicadas. Não se trata de replicar, até porque cedo percebemos que cada Clube de Comércio Justo assume a sua própria dinâmica, mas sim de descobrir novas formas e explorar novas ideias.
Em 1989, o mundo fez uma série de promessas às crianças quando adotou a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança. No ano 2000, a ONU estabeleceu os 8 Objetivos do Miléni: 8 metas de desenvolvimento concretas que deveriam ser atingidas por todos os países até 2015.
A água é o elemento mais essencial para a vida. O equilíbrio da Terra e o nosso futuro dependem do respeito e da preservação deste líquido precioso e de seus ciclos. Mas as Nações Unidas estimam que, até 2030, o planeta poderá enfrentar um déficit de água de 40%, a menos que melhoremos de forma dramática a nossa gestão desse precioso recurso.
O projecto teve como principal objectivo contribuir para a melhoria das práticas de Educação para o Desenvolvimento (ED) em Portugal, através da capacitação de organizações da sociedade civil na elaboração e gestão de Programas de Voluntariado para a Cooperação.
Cada uma e cada um de nós sabe bem qual é o seu género. Sabemos o que somos: identificamo-nos, em geral, como mulheres ou como homens. É esta identificação profunda e pessoal que constitui a de uma pessoa.
O impacto que esta primeira análise de dados teve em Portugal5 é revelador da falta de informação generalizada sobre discriminação e violência contra pessoas LGBT e veio solidificar a importância da existência de um projeto como é o Observatório da Discriminação.
Os Direitos Humanos das pessoas transexuais são violados em Portugal: na lei, nas práticas e na sociedade.
É que tanto as famílias compostas por casais de pessoas do mesmo sexo como as famílias compostas por pais e mães LGBT e pelas suas crianças continuam a enfrentar dificuldades diárias, sobretudo por não serem reconhecidas de forma igual pela lei.
O acesso a cuidados de saúde adequados e competentes é um direito fundamental de todas as pessoas. A Organização Mundial da Saúde declara na sua Constituição que o usufruto do mais alto nível possível de saúde é um dos direitos fundamentais de todos os seres humanos.
Antes de 2011 existia em Portugal um vazio legal e incerteza jurídica face ao reconhecimento legal da identidade das pessoas trans. A mudança de sexo legal e nome próprio apenas era possível através de processos judiciais: pessoas trans tinham de colocar o Estado Português em tribunal e alegar um erro do Estado na atribuição e registo da sua identidade.
A 1 de janeiro de 2016 entrou em vigor a resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) intitulada “Transformar o nosso mundo: Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável”, constituída por 17 objetivos, desdobrados em 169 metas, que foi aprovada pelos líderes mundiais, a 25 de setembro de 2015, numa cimeira memorável na sede da ONU, em Nova Iorque (EUA). “Os 17
Com certeza que já te apercebeste de que vivemos num mundo multifacetado e diverso e que há diferentes formas de nos relacionarmos com ele. Provavelmente ainda estás à procura da tua identidade e a definir a tua forma pessoal de participação na sociedade.
Há diferentes formas de nos posicionarmos face à violência nas relações amorosas. Podemos tê-la debaixo dos nossos olhos e evitar vê-la, negar a sua existência, considerá-la rara, episódica e irrelevante ou até legitimá-la. Podemos também preveni-la e combatê-la.
Esta brochura diz respeito à prevenção de maus-tratos nas crianças com deficiência no contexto familiar. A revisão bibliográfica revela que estas crianças são mais vulneváveis ao risco de sofrer maus-tratos do que as crianças sem deficiência. É um assunto complexo, de interesse global, que afeta todos os grupos socioeconómicos, com um grande impacto emocional nas famílias, profissionais e sociedade em geral.
A abordagem da temática do envelhecimento das pessoas idosas com deficiência intelectual (DI) decorre de uma consciência crescente da FENACERCI relativamente à insuficiência e/ ou ausência de respostas ajustadas às novas realidades, que as organizações vão enfrentando à medida que os seus clientes vão envelhecendo, bem como as suas respetivas famílias.
O fenómeno da violência nas escolas é uma realidade que tem vindo a ter uma visibilidade social cada vez maior e a assumir proporções inquietantes. Constitui uma preocupação, dadas as consequências negativas destes comportamentos para o desenvolvimento e para a saúde mental das crianças e jovens envolvidos, assim como para o ambiente geral da escola.