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Este catálogo deve-se à generosidade dos autores e autoras que nos vêm inquietar trazendo-nos a voz muda e o corpo mutilado de mulheres cujas vidas permacem reprimidas, silenciadas e menorizadas numa teia de fios que relações de poder assimétricas aprisionam a uma condição de infra-humanidade.
Com «Os Olhos do Medo» Fernando Paulouro Neves contribui para iluminar a penumbra que envolve as questões de género e mais especificamente a violência contra as mulheres. Este conto serve de mote a João Lourenço, que aceitou o desafio de construir um imaginário de personagens através da ilustração.
O Kit de actividades lúdico-pedagógicas para a empregabilidade “Saber o Futuro” é uma ferramenta de trabalho para técnicos de intervenção social que tenham como objectivo a orientação vocacional de crianças e jovens de contextos socio-económicos mais vulneráveis.
O objetivo do projeto foi promover o uso da escrita autobiográfica em Centros antiviolência e noutras estruturas que garantem apoio e, simultaneamente, verificar até que ponto esta abordagem é útil e traz benefícios às mulheres que experienciaram a violência, monitorizando os efeitos desta prática em termos de bem-estar psicológico e emocional.
A exposição de ilustrações intitulada Histórias Reinventadas, patente pela primeira vez na galeria de exposições temporárias do Museu de Lanifícios, na Covilhã, entre os dias 8 de Dezembro de 2013 e 9 de Janeiro de 2014, resulta da construção de narrativas ideográficas (storyboards) a partir de contos populares da tradição europeia.
O Guia de Idearias é um instrumento de partilha e de reflexão sobre a experiência do projecto e um documento de balanço que nos ajuda a pensar colectivamente as linhas da IDEARIA que queremos escrever no futuro.
O COOLKIT é um recurso educativo que integra um conjunto de actividades lúdico-pedagógicas (dinâmicas de grupo, jogos cooperativos, actividades de "roleplaying", entre outras técnicas) vocacionadas para abordar as questões de género e trabalhar competências de gestão de conflitos junto de adolescentes e jovens.
Relembrando as seguintes recomendações do Comité dos Ministros aos Estados-membros do Conselho da Europa: Recomendação Rec(2002)5 sobre a protecção das mulheres contra a violência, a Recomendação CM/Rec(2007)17 sobre as normas e mecanismos de igualdade entre géneros, a Recomendação CM/Rec(2010)10 sobre o papel de mulheres e homens na prevenção e resolução de conflitos e na construção da paz e outras recomendações relevantes.
O discurso de ódio deve ser entendido como abrangendo todas as formas de expressão que espalham, incitam, promovem ou justificam o ódio racial, xenofobia, antissemitismo, ou outras formas de ódio baseadas na intolerância, incluindo: a intolerância manifesta por nacionalismo agressivo e etnocentrismo, discriminação e hostilidade contra minorias, migrantes e pessoas de origem imigrante.
O presente Guia pretende ser um instrumento que lhe permita, enquanto utilizador da Internet, conhecer os seus direitos humanos em linha, as possíveis limitações dos mesmos e as vias para obter uma reparação por tais limitações.
We hope that this manual will provide you with ideas, inspiration and practical help to explore human rights with children. Living among other people in their families, communities and society, children become aware from a very early age of questions related to justice and seek for the meaning of the world.
Considerando que a finalidade do Conselho da Europa é realizar uma união mais estreita entre os seus Membros e que um dos meios de alcançar esta finalidade é a protecção e o desenvolvimento dos direitos do homem e das liberdades fundamentais.
O tráfico de seres humanos viola os direitos e destrói as vidas de inúmeras pessoas na Europa e fora dela. Cada vez mais mulheres, homens e crianças são comprados e vendidos como mercadorias, além-fronteiras ou no seu próprio país e submetidos a exploração e abusos.
O COMPASS foi publicado pela primeira vez em 2002 no âmbito do Programa de Educação para os Direitos Humanos com jovens da Direção da Juventude e do Desporto do Conselho da Europa. O programa foi criado porque a Educação para os Direitos Humanos – ou seja, as atividades e os programas educativos que promovem a igualdade na dignidade humana – é de um valor incalculável para a formação de uma dimensão europeia de cidadania democrática para todos os e todas as jovens, bem como para a promoção de uma cultura de Direitos Humanos universais.
A União Europeia considera que deve combater as discriminações em razão do sexo, raça, origem étnica, religião e crença, deficiência, idade ou orientação sexual. Esta brochura, dirigida aos professores e jovens, reúne um conjunto de documentos úteis para incentivar a reflexão e o debate sobre o racismo.
A iniciativa de cidadania permite que um milhão de cidadãos da União Europeia de, pelo menos, sete países da União convidem a Comissão Europeia a apresentar propostas legislativas em domínios em que a UE tem competência para legislar.
Trata-se de um direito consagrado nos tratados da UE.
A promoção da igualdade de género implica o reconhecimento de que a violência de género é uma manifestação das relações de poder historicamente desiguais entre mulheres e homens que conduziram à discriminação das mulheres em todas os contextos sociais, incluindo em matéria de emprego e profissão.
Ao longo da história do urbanismo, têm sido sobretudo os homens, enquanto arquitetos, urbanistas, políticos, promotores, construtores e produtores, que têm idealizado, projetado e construído as cidades. As mulheres, com poucas exceções, estiveram excluídas deste campo profissional até o final do século XX.